Postagens

Mostrando postagens de Dezembro, 2021

Marcas dos cariocas/ Cafés

  Depois de verem o consumo de café crescer com o isolamento em casa, as empresas apostam nos segmentos   premium   e na variedade de sabores para ampliar a clientela. A marca Café Pilão, preferida dos cariocas, levou o café consumido fora de casa para o lar com a linha Pilão Cafeteria. — Segundo pesquisas encomendadas por nossa equipe, 93% dos consumidores brasileiros estão consumindo café em casa devido ao isolamento. Além disso, 30% estão tomando mais café do que antes da pandemia. O café se tornou mais protagonista do dia a dia dos consumidores, que se tornaram mais exigentes — conta Susana Hernández, Diretora de Marketing da JDE Brasil, detentora da Pilão. A marca 3Corações, segunda na categoria e café oficial do Rock in Rio, destaca o aumento de consumo de cappuccinos, cafés gourmet e cápsulas este ano. — Observamos que o consumidor intensificou a busca de experiências com o café em casa. Novas receitas, bebidas geladas... O cappuccino 3Corações se destacou muito. Os consumidores

Café pode ter maior preço em mais de 25 anos com problemas na produção

Imagem
  Efeitos climáticos afetam safra 2021-2022, com uma produção menor na anterior Alta demanda por café também encarece preços REUTERS/Carlo Allegri O  café  é a segunda bebida mais consumida pelos brasileiros, mas em 2021 o sabor da bebida ficou mais amargo. No ano, o café em grão já subiu mais de 110% segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), e a tendência é que o produto continue a subir em 2022, podendo chegar ao valor mais alto em 25 anos. A alta nos preços está ligada a uma série de fatores. Há, primeiro, os  danos climáticos  na safra 2021-2022, mas também uma produção pequena em 2020-2021, uma demanda que cresceu na pandemia e custos de produção maiores com a alta do  dólar . O cenário não é exclusivo do Brasil, e problemas de produção em outros grandes produtores, como  Colômbia  e  Vietnã , também impactam nos preços. Criou-se, com isso, o que Celírio Inácio, diretor-executivo da Abic, considera ser um cenário raro, de grande especulação em torno dos p